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Evernote para iOS atualizado com novidades há muito esperadas.

O Evernote é um serviço incrível. A idéia genial do serviço não é apenas conduzir digitalizar pensamentos, idéias, imagens, documentos. Isso já o faziam outros programas, em ambientes com windows ou mac. O grande diferencial do serviço é ter versões de seus aplicativos para virtualmente todas as plataformas atualmente em uso no mercado.

Existem versões do cliente evernote para cada uma das plataformas de computação, móveis ou não. Mac, Windows, PC, Linux, Android, iOS.

Além desta onipresença, todas as anotações do usuário são armazenadas na nuvem, ficando ao alcance de uma conexão à Internet.

Os aplicativos não são realmente aquele primor de design, mas são bastante funcionais, e estão em contínuo desenvolvimento.

Recentemente, o Evernote realizou sua primeira aquisição de uma outra empresa: comprou o Skitch, um aplicativo para Mac OS X de anotações visuais. Após o negócio fechado, o aplicativo tornou-se gratuito na Mac App Store, refletindo a estratégia “freemium” da startup: eles não vendem software. O negócio deles é captar assinantes pagos, que sustentam o modelo gratuito para os usuários não pagantes, que certamente são a maioria.

O aplicativo para iOS estava comendo a poeira de sua versão android, na medida em que não permitia que seus usuários criassem ou editassem conteúdo em “rich text”, ou seja, com opções básicas de formatação. Tudo o que os usuários podiam fazer era adicionar conteúdo em texto puro. Isso mudou desde hoje, quando tornou-se disponível, após uma longa espera, a versão 4.1.0 na app store.

Como publiquei mais cedo no twitter, o aplicativo saiu da minha pasta “notas” e ganhou um lugar de honra em meu dock, no iPad: ficou bem mais bonito e funcional. A interface foi redesenhada, e se tornou mais fluida e leve.

Ainda há melhorias possíveis: tenho ganas de abrir um dos blocos de notas com um movimento de pinça, similar ao que uso para ver os detalhes de uma pasta de feeds no Reeder, aplicativo matador para leitura de notícias, ganhador de diversos prêmios de design e funcionalidade. Sou assinante prêmium agora pelo segundo ano consecutivo e não me arrependo: muitas árvores deixaram de morrer, pelo uso progressivamente menor de papel, graças a aplicativos como o Evernote.

Seu propósito declarado é ser uma extensão do cérebro, de modo que buscar algo torna-se uma ação corriqueira.

Além da maior taxa de transferência, assinantes prêmium ganham também um ágil e eficaz reconhecimento ótico de caracteres em imagens e PDFs de imagem: isso significa que, se você escanear um documento com o DocScanner e enviá-lo via PDF para o Evernote, vai poder encontrar o seu conteúdo em uma busca de texto.

Continua cada vez melhor. E pelo mesmo preço matador: ZERO Obamas. Uma bagatela! :)

Kindle para iOS atualizado. Novidades matadoras.

Finalmente! Quase um mês depois do ultimato representado pela mudança nos termos de contrato da App Store com os desenvolvedores, a Amazon atualizou seu aplicativo Kindle para iPads, iPhones e iPods touch.
Além da obrigação (retirar o botãozinho da loja online), a Amazon ainda nos brindou com a aguardada assinatura de jornais e revistas nos dispositivos iOS. É muito bom no Kindle, mas imagina com cores e conteúdo de alta resolução, como consta na descrição da atualização!
Além disso, ele permite o compartilhamento de conteúdo através do twitter e do facebook, tal como no e-reader dedicado da Amazon. Isso confirma o foco da empresa na venda de conteúdo: O hardware que você usa para ler é irrelevante.
O Kindle para iOS pesa míseros 8,2MB e custa ZERO dólares na app store. Tá esperando o quê? Vai pegar o seu!

OS X Lion, Lunik 9 e o fim das minhas noites sem luar

Há alguns anos, quando eu era mais jovem e tinha mais tempo, eu costumava passar noites em claro em algum projeto geek ligado a informática.

Como eu nunca trabalhei com isso, sempre foi por pura diversão. Nem sempre terminava bem: Na maioria das vezes envolvia a instalação de Linux (que está fazendo 20 anos este ano, é meio doloroso lembrar), ou outro sistema operacional obscuro baseado em Unix que tinha saí­do em alguma revista.

Na época eu pensava: “puxa, que revolução. Um sistema operacional vendido a preço de revista, que eu posso instalar de graça na minha máquina”.

O que eu chamava de “máquina” era um PC X86 que tinha sido comprado com alguma versão irritante de windows, que tinha que ser mantida funcional, como parte do desafio noturno, pois também era usada para trabalho.

Muitos backups e dores de cabeça depois, horas a fio sem sono, e esta única condição tinha que ser obtida a partir da lenta restauração de um backup.

E tinha gente, como eu, que achava isso divertido. A maioria dos outros mortais, como a minha mulher, por exemplo, não entendia como um computador podia ser muitas vezes mais atraente que a cama, com tudo de bom que ela oferece (ainda bem que ela teve paciência, e essas noites geek ficaram mais raras ao longo dos anos).

Hoje, durante a instalação do Lion, fiquei com a impressão de que algo se perdeu. Como assim, não perdi dados? Como assim, não precisei recorrer a um backup? Como assim, meio dia já estava tudo ok, se o download foi disponibilizado às 10:00 da manhã?

Isso tudoé incrível, mas não deixa de me causar uma ponta de nostalgia. Gilberto Gil escreveu em fins de 1969: “Poetas, seresteiros, namorados, correi! É chegada a hora de escrever e cantar, talvez as derradeiras noites de luar”, para referir-se à  chegada dos homens à  lua. Senti algo que bem poderia ser descrito pelo mesmo mote.

O novo gato gigante da maçã é mesmo muito bonito. Suas novas funções são muito interessantes. A Apple, como sempre, sem medo de perder usuários em seu salto para o futuro, muda coisas que parecem banais, como a direção da rolagem de conteúdo, por exemplo, mas que exigem um enorme esforço de adaptação.

A Apple quer que o mac vire um iPadão.

Mas o que me deixa mais impressionado, é a segurança com que o processo foi conduzido. Então eu me lembrei do que dava errado nas minhas noitadas geek, e pensei o quanto estar certo deve ser solitário para Steve Jobs.

No final da noite, alguma incompatibilidade de hardware sempre criava um obstáculo intransponí­vel entre eu e a máquina – um mapa do teclado inadequado, por exemplo – o que me fazia ir dormir para voltar ao problema renovado na noite seguinte. Isso é previsí­vel, já que o Linux –  e outros Unix populares que vieram na sua trilha, como o BSD Unix (que É o motor por baixo do capô do OS X Lion, como de todos os outros gatos da Apple) – foram projetados tendo em mente uma quantidade enorme de periféricos e CPUs. Aberto, democrático, e caótico.

Em nome dessa facilidade que vi hoje, e em benefício de pessoas que, de outro modo, jamais usariam um computador, a Apple decreta o fim do caos, acabando com a democracia e a abertura, e centralizando todo o poder nas mãos de um um déspota esclarecido.Deu tão certo que a recente e dolorosa luta de Jobs contra o câncer tem provocado dúvidas e incertezas a respeito de sua sucessão.

Esta é outra dificuldade com reinados áureos: eles terminam junto com o rei. Mas a Apple parece ter assimilado um modus operandi, derivado do funcionamento obssessivo, ordenado e disciplinado de Steve Jobs, que pode ir além de sua morte entregando sonhos às pessoas.

Mas, uma coisa é certa: vale a pena, ainda que seja pelo espaço de tempo da vida de um homem, ver algo funcionar tão bem quanto funciona um iPad, ou o novo gato gigante de Cupertino.

Vida Longa e Prosperidade a Steve Jobs e seu legado: eles me tiraram o prazer da incerteza das minhas noitadas geek, mas deram à minha sogra (que adquiriu meu iPad 01, ajudando-me a adquirir o 02) um computador que faz o que ela precisa que ele faça, sem tirar seu sono para isso.

OmniOutliner para iPad atualizado, bug do teclado resolvido.

Como prometido pelo omnigroup, a nova versão do OmniOutliner para iPad não apresenta o bug do teclado externo que mencionei aqui. Ficou um primor de aplicativo. Dê uma lida na resenha que escrevi a respeito dele, e caso se decidir, poste aí sua experiência com o app.

Resenha de aplicativo para iOS: OmniOutliner para iPad

Há algumas semanas, o OmniGroup continuou seu projeto de converter todos os seus programas de produtividade para a plataforma iOS, especificamente o iPad.
Eles já tinham o OmniFocus para iPhone, antes do lançamento do tablet mágico de Steve Jobs. Mas quando ele foi lançado, viram no iPad uma excelente oportunidade para repensar e refazer.
De fato, cada um dos aplicativos do OmniGroup para o iPad é uma obra de arte em si. Tirando proveito do que há de melhor no iPad, eles reescreveram cada programa do zero.

Dos quatro programas já lançados para o iOS, tenho três: OmniGraffle, OmniFocus e agora, OmniOutliner, que foi o último a sair do forno.
Não sou usuário da versão para mac do programa. Apesar de serem ótimos programadores para Mac, os caras sabem valorizar o próprio trabalho: os programas deles são caros pra dedéu.
A versão para iPad do OmniGraffle, por exemplo, custa 49 dólares; preço de software para Mac, raro no mundo iOS. No entanto, vale cada centavo.
Já o OmniOutliner, custa bem mais barato: 14 dólares, mas bem acima do que se pratica usualmente na app store.
Outline, segundo o pai dos burros google tradutor, significa: esboço, contorno, perfil, traçado, arcabouço, elementos, bosquejo, anteprojeto, ou linha limite.
Então, o OmniOutliner faz precisamente isto: esboços, resumos esquemáticos. Serve para planejar, manejar listas, realizar fichamentos de textos, qualquer coisa que seja estruturável em tópicos.

Além disso, o OmniOutliner é estruturado em linhas e colunas, permitindo inclusive cálculos simples, e a organização da informação por categorias diversas.
O aplicativo oferece ainda uma rica formatação, que pode ser ajustada para corresponder automaticamente a cada nível de indentação do seu esquema.
As únicas coisas de que não gostei, foram:
1) Não tem sincronia com Dropbox. Como afirmei em um outro post recente, hoje em dia, não ter dropbox é uma falha. No entanto joga bem com Box.net, que oferece uma interface webdav em http://www.box.net/dav.
2) Não tem integração com o textexpander. Outra coisa que já está virando commodity no iOS. O aplicativo da Smile é onipresente no Mac OS X, mas as limitações do iOS fazem com que os desenvolvedores tenham que implementar suporte a ele, para facilitar a vida dos usuários, já que nenhum aplicativo, de acordo à política da Apple, tem acesso ao núcleo do sistema. Ficou de fora, e pelo que tenho lido, é pouco provável que venha a ser incluído no futuro. Parece que tem a ver com a forma como o app foi programado. Como não sou programador, isso é o mais longe que posso ir para explicar.
3) Não joga bem com o teclado mapeado em US-International. Usar um teclado externo com o iPad é uma necessidade para que o utiliza, como eu, substituindo o Mac em todas as tarefas simples, como escrever, por exemplo, que é a tarefa que me toma mais tempo.
O teclado touch do iPad é ótimo, mas chega uma hora que incomoda, se o texto é muito longo. Tanto o Dock com Teclado da Apple que adquiri recentemente, como o teclado bluetooth apresentam o mesmo problema: Açaí vira A’ça’í. A tela chega a mostrar os caracteres especiais, mas não consegue evitar de deixar apóstrofos no caminho, tornando a experiência lusógrafa uma imensa chatice, quando usamos teclado externo. Já lhes mandei e-mail sobre o assunto, e até o momento não obtive resposta.
Em resumo, é um excelente aplicativo, com muitas possibilidades de uso, com alguns (poucos) problemas, mas posso dizer que o balanço total é favorável: Comprei o aplicativo, e o estou usando principalmente para resumir e fichar textos.

Atualização (31/05/2011)

Resenha de aplicativo para Mac OS X: IAWriter para Mac

Esta é a primeira vez que resenho um aplicativo que não comprei, nem usei. Ao longo vou explicar porque.

Há alguns meses uso o IAWriter para iPad. O aplicativo simplesmente me seduziu. Li sobre ele em diversos sites de resenhas, esquadrinhei o site dos desenvolvedores (cujo nome é bastante interessante, Information Architects).

Enquanto estava me decidindo para saber se batia o martelo ou não, o aplicativo entrou em oferta na app store, para comemorar o anúncio da versão para Mac, cujo lançamento estava próximo. Isso favoreceu com que eu tomasse minha decisão. O app custava 4,99, baixou para 0,99 por um dia (só tomei conhecimento depois) e passou um outro bom tempo em 2,99, quando o adquiri.

Ele tem sincronismo com Dropbox, embora seja pessimamente implementado. Uma pena. Porque, para iPad, ele tem algumas características interessantes.

A mais obviamente útil é o teclado modificado. As teclas |word e word| são extremamente úteis, além dos outros símbolos hífen, ponto-e-vírgula, dois pontos, aspas duplas, aspas simples, parêntesis e direcionais para a esquerda e para a direita.

Usá-lo dá vontade de que todos os programas para iPad, incluindo os nativos da Apple usassem esse recurso. Quantas vezes não estou digitando com o teclado virtual, com o iPad segurado pelas duas mãos, em posição retrato, e tenho que soltar uma delas, segurando o iPad na outra, para posicionar o cursor na tela? Muitas.

A navegação por palavras prende suas duas mãos no terço inferior do iPad em modo retrato, e na metade inferior, no caso de quem o segura com as duas mãos e digita em posição de paisagem, que eu duvido que sejam muitos.

Então, a versão para iPad é uma mão na roda. Esperei ansiosamente pelo lançamento para Mac, e me dizia que compraria logo que fosse lançado. O que me deteve dessa vez, foi o preço.

O aplicativo para iPad exibe um recurso que é a idéia principal da equipe de criação do IAWriter. Um conceito de escrita em modo foco.

Este conceito, um tanto polêmico, pois leva um tempo para a gente se acostumar, quando conseguimos usá-lo, verificamos que é realmente útil ter o resto do seu texto como referência esmaecida.

Pois este é o carro-chefe da versão para Mac. O vídeo de lançamento mostra um joguinho arcade do tipo “space invader”, detonando a interface do Word para apresentar o IAWriter para Mac: O aplicativo se vende pelo que não tem.

iA Writer for Mac from Oliver Reichenstein on Vimeo.

Com este foco na simplicidade, sem suporte a mouse, e tendo como atrativos a escrita em foco (que está em processo de ser patenteada pela equipe do IA), o Auto Markdown (formatação automática respondendo à sintaxe simples da linguagem de formatação de documentos para a web criada por John Gruber), e sua interface engessada, que sequer tem diálogo de preferências.

Quer mudar a fonte? Não pode. Quer aumentar seu tamanho? Não pode. A única coisa que você pode, é por o aplicativo em tela cheia no mac, ligar e desligar o focusmodeâ„¢.

Tudo isso (quer dizer, apenas isso) por… 18 doletas? E ainda está com 10% de desconto pelo lançamento!!

Os caras merecem um Mac Lanche Feliz pela versão para iPad, mas, tirando o automarkdown, o aplicativo deles para iOS faz TUDO o que o do Mac OS X faz, por um terço do preço. E ao que tudo indica, em vez de adicionar features ao aplicativo, que poderia valorizar o investimento inicial, a tendência deles é tirar, com seu minimalismo autoritário.

Sinto muito, Information Architects. Estou escrevendo este post no meu iPad, usando o IAWriter. Mas não acho que posso pegar um abacate, tirar a casca e a polpa e vender o caroço mais caro que o abacate, com a desculpa de ele ser um abacateiro em potencial.

IAWriter for mac, EU PASSO!

ATUALIZAÇÃO 30/05/2011:

A curiosidade deixou o gato 30 reais mais pobre.

IA Writer Curioso

Qmadix case para iPad – Resenha

Hoje, ganhei de minha esposa um belo presente de aniversário: um case para iPad Qmadix. Todo em couro, acompanha um teclado bluetooth destacável, preso ao case magneticamente.

Emparelhado com o iPad, forma um conjunto bastante elegante. Fechado, lembra uma agenda chique. Aberto, lembra um… bem… netbook. #ProntoFalei.

O acabamento é belíssimo, e o conjunto pode ser usado com ou sem o teclado, que tem uma bateria interna recarregável, e acompanha um cabo USB para ser plugado no Mac (ou PC), ou em um carregador USB de tomada (que, lamentavelmente, não acompanha o produto.

Para testar, estou escrevendo este post nele, e publicando inteiramente a partir do iPad, usando o aplicativo Blogsy (Link para a AppStore brasileira, U$).

Além de não vir com o cabo, um dos pontos negativos é o mesmo dos (ARGH!) netbooks: O teclado é muito pequenino para minhas mãos de gorila.

Notei também que o emparelhamento fica ‘vencendo’, e de tempos em tempos (questão de minutos, em meus testes preliminares), se não estiver em uso, faz com que tenhamos um pequeno atraso na utilização, mesmo com o case aberto e montado, o teclado ligado, conectado na energia (cortesia da Amazon, usei o carregador do Kindle).

Como pontos positivos do tecladinho, ele tem botões exclusivos para uso com o iPad: o botão home e o power/lock, por exemplo. Eles funcionam em qualquer circunstância em que os do iPad funcionariam, tanto para sair dos programas, como para ativar o modo multitasking do iOS (pressionando duas vezes o Home), como também é válida a combinação Home + Lock para tirar printscreens.

Quanto ao conforto em teclar, creio que vou me adaptar. Caso contrário, minha nêga vai herdar de volta o case, porque as mãozinhas dela são consideravelmente menores e mais delicadas que as minhas. Preciso de uns meses, porém, para tomar essa decisão :-D

Nota: Acabamento, 1/1; Teclas especiais para iPad: 1/1; Beleza, elegância: 1/1; Usabilidade por geeks com mãos de gorila: 0/1. Sex Appeal: 2/1. TOTAL: 5/5 :-P

Porque o instacast é melhor do que o ipod.app para ouvir podcasts

Faz um tempinho que não escrevo nada aqui no Applegenio. Resolvi voltar à ativa para compartilhar com vocês um excelente app para iPhone/iPod touch que comprei essa semana: o Instacast.

A interface dele é super prática: a primeira coisa que você vê é um menu para escolher seus feeds de podcast. E ele exibe prioritariamente os que são falados em português, baseado em sua localização geográfica. O iPhone hoje apareceu quase no topo, o que me faz pensar que ele “pesca” alguns dados da iTMS brasileira, que há algum tempo tem uma versão web que funciona como “vitrine” para o conteúdo armazenado ou indexado nos servidores da Apple.

A partir daí, é só assinar os que lhe interessam. Se o que você procura não está muito evidente, há um campo de busca bem acessível.

Mas o que realmente me encanta neste aplicativo é a forma como ele lida com conteúdo aac. Seus podcasts enhanced vão ficar mais funcionais. No iPod.app, se você clicar em um link de um episódio, o app vai para segundo plano, chamando o safari. No instacast, eles abrem em um browser interno.

Ele tem as funções de baixar os episódios de seus podcasts, ou de reproduzi-los via streaming, uma função excelente para quem não tem acesso constante à rede, seja porque seu plano de internet é limitado, seja porque possui um ipod touch e ne, sempre tem um hotspot wifi por perto.

Resenha de Aplicativo: Scrivener 2.0

Novo ícone do Scrivener
Novo ícone do Scrivener

Scrivener é uma palavra inglesa que, em português, significa escrivão. Originalmente, em sociedades do mundo antigo, como a egípcia, este nome referia-se às pessoas que sabiam escrever, sendo sinônimo de “escritor”.

Nestas sociedades esta habilidade tinha uma importância vital, pois eram estas pessoas que tinham pela frente a sagrada tarefa de transmitir às gerações posteriores o saber acumulado e a história oficial, com o viés exigido pelo poder político da época. Por esse tempo, o escrivão passou a ser o historiador, o cronista, o memorialista de um povo, e de uma época.

Hoje, o ideal de todo o mundo civilizado é que todos saibamos escrever, para que a história seja melhor contada.

Um excelente modo de cumprir com essa tarefa e a maioria daquelas ligadas ao ato de escrever, é o processador de texto Scrivener.

Usar o nome processador de texto para descrevê-lo é quase uma injustiça: Ele faz bem mais do que processar texto. Ele é uma ferramenta que tem por objetivo o manejo de grandes projetos literários.

Claro que também pode ser usado para pequenos textos, artigos, contos, peças e até poemas. A flexibilidade admirável da ferramenta permite um uso bastante versátil, independente da extensão, ou do gênero do que se quer escrever.

No último dia 01 de novembro, para coincidir com a “maratona literária” americana NaNoWriMo (National November Writing Month), a empresa britânica Literature & Latte (Literatura e Café com leite), autora dessa bela obra binária, lançou a aguardada versão 2.0 do Scrivener, que traz mais de cem novas funções e melhoramentos de interface com o usuário.

O mais interessante do Scrivener é que o programador que o criou é também um escritor; na verdade já lidava com grandes projetos escritos antes de aprender a programar, e só se lançou a essa tarefa pela indisponibilidade de um produto com o mesmo alcance e finalidade dessa sua pequena obra prima.

Sendo assim, ele se qualifica bem melhor para criar uma ferramenta que preencha as necessidades e expectativas do escritor criativo, do que o programador médio, acostumado apenas ao consumo e/ou à produção de literatura técnica.

Todo editor de texto parte do pressuposto de que o processo criativo de um escritor é linear. Embora eu conheça pessoas que criam dessa forma, é bastante comum (e é este o meu caso), que se comece qualquer peça literária pelo meio, ou imaginando um desfecho.

Muitas vezes o desfecho de um texto tem tal poder, que toda a sua estrutura gravita em torno dele. Isto é tão válido para “Irmãos Karamazov” como para uma peça publicitária, passando por um laudo psicológico ou médico, ou mesmo uma peça jurídica.

A ditadura da linearidade, imposta pelas ferramentas informáticas de criação empurra muitos trabalhadores criativos de volta para o velho lápis e papel.

Na minha opinião, enquanto atividade complexa que envolve o trabalho intenso de várias estruturas cerebrais em concerto, o ato de escrever com lápis ou caneta no papel não encontrou ainda substituto à altura, ao menos em termos de planejamento da atividade criativa. Como é um processo mais lento, ele ativa processos paralelos e interligados de atenção e criatividade.

O advento do Scrivener talvez venha a mudar esse quadro. Para escrever nele, você até pode ignorar toda aquela estrutura de planejamento disponível a partir do carregamento de sua interface, mas ela fica lá, reclamando sua atenção. Gastar algum tempo familiarizando-se com ela é economizar tempo posteriormente, além de evocar atitudes mentais favoráveis ao desenvolvimento e à conclusão de qualquer projeto escrito.

Muito mais flexível que um quadro de cortiça, onde o escritor poderia querer espetar fichas pautadas contendo sinopses, para facilitar a materialização de um texto, o scrivener tem um embutido, muito mais ecológico(não leva cortiça, nem papel), cuja estrutura se integra de modo orgânico e coerente com toda a estrutura do texto.

O inspetor, um componente bastante usual de vários programas para Mac, pode ser um lembrete flutuante do que deve ser escrito naquela parte específica do trabalho, que, por sua vez, pode estar sendo desenvolvido em tela cheia, eliminando as distrações coloridas de um macintosh.

Para ter uma idéia mais clara do que é possível fazer com esse aplicativo, dê uma visitada no ScreenCast que o Don McAllister preparou sob encomenda do pessoal da Literature and Latte sobre o Scrivener. Se o Inglês lhe assusta, espere o meu próprio, que estará no ar com o vlog apple gênio 04.

[Escrito no meu iPod Touch de segunda geração, com o aplicativo PlainText para o Dropbox, e sincronizado de volta para o projeto do artigo no Scrivener]

iPhone Hoje 71: Quero ser iPad

Arte do iPH71
Arte do iPH71
iPhone Hoje 71
Palmpad
Todd Bradley da HP dá com a língua nos tablets e revela o nome do novo aparelho da HP a sair no comecinho de 2011
Web OS não morreu!
suporte para impressão no itunes
melhorias na app store para o suporte do game center
Melhorias no upload de vídeos para o youtube (configurações de privacidade)
Nova animação multitarefa para o iPad
Grandemente esperada, finalmente trará os benefícios do iOS4 para os usuários de iPad
O Blackpad virou playbook
tela de 7 polegadas
processador dual-core de 1Gz
Browser totalmente compatível com html5
Reprodução em 1080p com saída HDMI
Duas câmeras HD
Sistema operacional QNX
Conexão com todos os 250.000 Blackberry Enterprise Servers
Oferece segurança sólida, cimentando seu apelo ao público corporativo.
A RIM oferece essa palavra mágica para descrever o produto – ENTERPRISE, em um nicho que os iTrecos ainda não dominaram completamente.
Certamente mais interessante que o Torch, o possível candidato a Palm Pre da RIM
Será que emplaca?
A Amazon vai entrar na parada de verdade? ESTA SEMANA?
Rumor: Depois de lançar uma android app store própria, a Amazon resolveu competir de verdade com o iPad?
Nota: o Kindle 3 é um tesãozinho de produto.
GALAXY tablet da Sansung é smartphone de itu
Tela de 7 polegadas
Conexões 3G e WiFi
Processador ARM Cortex A8 de 1 GHz
Processador gráfico PowerVR SGX540
Câmera de 3.2 megapixels com flash
Vídeos em 720 x 480 pixels
Câmera frontal VGA Bateria de 7 horas
Produzido no Brasil.
S.O.: Froyo (Android 2.2)
Preço? R$ 2.699,00
(Sugestão do Rômulo Almeida)
iPod Touch Xing Ling
Teste do iLex descobre problemas com o iPad e o iPhone 3GS
Confirmado no MEU iPhone 3GS
Dica: HDR no iPhone 3GS um comparativo de dois apps:
HDR Pro
TrueHDR
Agradecer ao Alencar Teixeira
pela dica dos tablets

ATUALIZADO:

Link para o Album com as fotos tiradas com o 3GS no parque do Cocó.